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quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Literatura relacionada ao tema "Mandalas"




Muitas pessoas tem me procurado pedindo sugestões de leituras sobre o tema Mandalas. Para mim, fazer Mandalas é bastante diferente de compreendê-las ou usá-las terapeuticamente. Para isso, faz-se necessário percorrer um longo caminho de leituras e inter-relacionar diferentes ensinamentos das áreas de psicologia, artes, história, culturas, sociologia, religiões comparadas e alguns outros. Faz dez anos que me dedico a este estudo e li muito. Segue abaixo um pouco do caminho que percorri. Por isso quando alguém me procura dizendo que quer entrar na área de Mandalaterapia eu costumo dizer, depois que você estudar a bibliografia abaixo, podemos começar a conversar. Para muitos fazer Mandalas é hobby, para outros é diversão, para inúmeras pessoas é profissão, mas, não importa enfim como elas serão usadas.
Se você quer realmente entender sobre o tema, estudar de verdade, é preciso paciência, se debruçar sobre os livros, realmente estudar, fazer anotações e sobretudo ter a humildade de reconhecer que quanto mais você sabe mais você toma consciência de quanto falta para dominar o tema.
Mandalas – Bibliografia básica
1-     ADKINSON, Robert . Sacred symbols – peoples, religions mysteries. London: Thames & Hudson Ltd, 2009.
2-     ASSOCIAÇÃO DE ARTETERAPIA DO RIO DE JANEIRO. Estudos em Arteterapia – A arte facilitando novos caminhos na busca do ser. Volume 2. Rio de Janeiro: Wak Editora, 2011.
3-     ARCURI, Irene Gaeta et DIBO, Monalisa. Arteterapia e mandalas – Uma abordagem junguiana. São Paulo: Vetor, 2010.
4-     _________________ (org) Arteterapia – um novo campo do conhecimento. São Paulo: Vetor Editora, 2006.
5-     _________________ . Arteterapia – Um novo campo do conhecimento. São Paulo: Vetor Editora, 2006.
6-     ARGÜELLES, José ET Miriam. Mandala. London: Shamballa, 1972.
7-     ARROYO, Stephen. Astrologia, psicologia e os quatro elementos. São Paulo: Editora Pensamento, 1975.
8-     BAGHERA, Rashe. O poder da Mandala. São Paulo: Editora Isis, 2010.
9-     ______________ A luz da Mandala. São Paulo: Editora Isis.
10-  ______________ A força da Mandala. São Paulo: Editora Isis.
11-  BANGS, HERBERT. O retorno da arquitetura sagrada – a razão áurea e o fim do modernismo. São Paulo: Pensamento, 2010.
12-  BARREIRA, Marcia ET BRASIL, Naila. Arteterapia e a história da arte. Rio de Janeiro: Wak Editora, 2012.
13-  BEAUCAIRE, Michel ET HEUSSENSTAMM, Paul. The art of Mandala meditation. USA: Adams Media, 2012.
14-  BLAU, Tatiana. Tibetan Mandalas. New York: Sterling, 2000.
15-  BORBAGATTO, Magela; BIGARELI, Silvia & MENEZES, Victor. Mandalas da espiritualidade. São Paulo: Editora Isis, 2013.
16-  BOURROUX, Laurence & DUVAL, Patrick. Une pensée – un battement de cour. França: Edição dos autores, 2009.
17-  BOWKER, Jonh. Para entender as religiões. São Paulo: Ática, 2000.
18-  BRUCE-MITFORD, Miranda. O livro ilustrado dos símbolos. São Paulo: Publifolha, 2001.
19-  BUCHALTER, Susan I. Mandala Symbolism and techniques. London: Jessica Kingsley Publishers, 2013.
20-  CAMPBELL, Joseph. O herói de mil faces, São Paulo: Pensamento, 1989.
21-  _______________ . O poder do mito. São Paulo: Palas Athena, 1990.
22-  _______________ . A imagem mítica. São Paulo: Papirus, 1994.
23-  CATARINA, Maida Santa. Mandala – o uso na arteterapia. Rio de Janeiro: Wak, 2009.
24-  CHIESA, Regina Fiorezzi. Mandalas- construindo caminhos: um processo arteterapêutico. Rio de Janeiro: Wak, 2012.
25-  CORBI, Nina. Tesouros do Nilo – Mandalas do Egito antigo. São Paulo: Vergara & Riba Editoras, 2009.
26-  CORNELL, Judith. Mandalas – luminous symbols for healing. Illinois: Quest Books, 1994.
27-  _____________ . Drawing the light from within. Illinois: Quest Books, 1997.
28-  COUTINHO, Nelson A. F. A mandala viva – O caminho de Ida Rolf e Carl Jung. São Paulo: Escrituras, 2008.
29-  CUMMING, Robert. Annotated art. London: Dorling Kindersley, 1995.
30-  DAHLKE, Rüdiger. Mandalas –Formas que representam a harmonia dos cosmos e a energia divina. São Paulo: Pensamento, 1985.
31-  DOLMA, Lisa Tenzin. Mandalas da natureza. São Paulo: Pensamento, 2007.
32-  ________________ Celtic inspiration. London: Watkins Publishing, 2008.
33-  ELIADE, Mircea. O sagrado e o profano – a essência das religiões. São Paulo: Martins Fontes, 1992.
34-  FALCÓN, Gloria. Vamos pintar mandalas? A partir de 5 anos. São Paulo: Vergara e Riba Editoras, 2007.
35-  FARTHING, Stephen. Tudo sobre arte. Rio de Janeiro: Sextante, 2011.
36-  FERNANDES, Virginia. Mandalas e seu uso terapêutico – Workshop. São Paulo, 2013.
37-  FINCHER, Suzanne F. O autoconhecimento através das mandalas. São Paulo: Pensamento,
38-  __________________ . Coloring Mandalas – For insight, healing and self-expression. Boston: Shambhala, 2000.
39-  ________________ . Creating Mandalas. Boston/London: Shambhala, 2010.
40-  FIORAVANTE, Celina. Mandalas – 32 caminhos de sabedoria. São Paulo: Pensamento, 2004.
41-  _________________ .Mandalas – Como usar a energia dos desenhos sagrados. São Paulo: Pensamento, 2007.
42-  FONTANA, David. A linguagem dos símbolos. São Paulo: Publifolha, 2012.
43-  FORESTIER, Richard. Tudo sobre arte-terapia. São Paulo: Ideias & Letras, 2011.
44-  FRANCHI, Maria Tereza. Mandalas – A busca do equilíbrio. São Paulo: Berkana, 2002.
45-  GAETA, Irene. Psicoterapia junguiana, novos caminhos na clínica – O uso de mandalas e calatonia. São Paulo: Vetor Editora, 2010.
46-  GAUDING, Madona. Un millón de mandalas para crear, imprimir y colorear. Gran Bretaña: Evergreen, 2009.
47-  ________________. The mandala bible. New York: Firefly Books, 2011.
48-  GIBSON, Clare. Como compreender símbolos. São Paulo: Senac, 2012.
49-  GOETHE, J. W. Doutrina das cores. São Paulo: Nova Alexandria, 1993.
50-  GREEN, Shia. El libro de lós mandalas del mundo. Barcelona: Oceano, 2001.
51-  GROTENHUIS. Elizabeth tem. Japanese mandalas – representations of sacred geography. Honolulu: University of Hawai’I Press, 1999.
52-  HALLAWELL, Phillip. O grande livro da aquarela. São Paulo: Melhoramentos, 1096.
53-  HAUSCHKA, Margarethe. Terapia Artística – Natureza e tarefa da pintura terapêutica. São Paulo: Antroposófica, 2003.
54-  _____________________ Terapia Artística – Contribuições para uma atuação terapêutica. São Paulo: Antroposófica, 2003.
55-  HEATH, Richard. Geometria sagrada e as origens da civilização – a revelação dos maiores enigmas da história por meio da ciência dos números. São Paulo: Pensamento, 2010.
56-  HEIDE, Paul von der. Terapia Artística – Introdução aos fundamentos da pintura terapêutica. São Paulo: Antroposófica, 2003.
57-  HEMENWAY, Priya. O código secreto – a fórmula misteriosa que governa a arte, a natureza e a ciência. USA: Evergreen – the book laboratory, 2005.
58-  HOLITZKA, Klaus. Native american mandalas. New York: Sterling, 2000.
59-  JANOSH . Mandalas extraterrestres. São Paulo: Pensamento, 2009.
60-  JANSON,H.W. et JANSON, A. F. Iniciação à história da arte. São Paulo: Martins Fontes, 1996.
61-  JUNG, Carl Gustav. Os arquétipos e o inconsciente coletivo. Petrópolis: Vozes, 2000.
62-  ______________ . O homem e seus símbolos. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1994.
63-  ______________. Memórias, sonhos e reflexões. Reunidas e editadas por Aniela Jaffé. São Paulo: Nova Fronteira,  1986.
64-  ______________ . O livro vermelho – Liber novus. (Edição sem ilustrações). Edição e introdução por Sonu Shamdasani. Petrópolis: Vozes, 2013.
65-  ______________ . O livro vermelho – Liber novus. (Edição ilustrada). Edição e introdução por Sonu Shamdasani. Petrópolis: Vozes, 2012.
66-  _____________ et WILHELM, Richard. O segredo da flor de ouro – Um livro de vida chinês. Petrópolis: Vozes, 1984.
67-  KELLOGG, Joan. Mandalas: path of beauty. North Caroline: MARI Creative Resourcers, 2009.
68-  KLATTE, Stefan et SCHÄDLICH, D. O livro dos símbolos. Germany: Taschen, 2012.
69-  LUJÁN, Lilia. Mandalas astecas – Desenhos ancestrais para colorir. São Paulo: Vergara & Riba Editoras, 2012.
70-  MACIEL, Carla ET CARNEIRO, Celeste (orgs). Diálogos criativos entre a arteterapia e a psicologia junguiana.Rio de Janeiro: Wak Editora, 2012.
71-  MACLEAN, Adam. A mandala alquímica. São Paulo: Cultrix, 1989.
72-  MÄDER, Sylvia. Flores e mandalas. São Paulo: Scortecci, 2006.
73-  ____________ Momentos e mandalas – Imagens do I Ching. São Paulo: Scortrcci, 2011.
74-  MALLON, Brenda. Os símbolos místicos. São Paulo: Larousse do Brasil, 2009.
75-  MATTEI, Viviana. Pintando los mandalas. Buenos Aires: Kier, 2010.
76-  _____________. Pintando lós mandalas II. Buenos Aires: Kier, 2010.
77-  MAYER, Ralph. Manual do artista. São Paulo: Martins Fontes, 2002.
78-  MOACANIN, Radmila. A psicologia de Jung e o Budismo tibetano. São Paulo: Pensamento, 1986.
79-  MORGAN, Marlo. Las voces del desierto. http://www.librodot.com , 2013.
80-  MOSS, R. A mandala do ser – descobrindo o poder do agora. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2008.
81-  NICOLAS, Pierre-Alexandre. O segredo das catedrais. São Paulo: Triom, 2001.
82-  OSTROWER, Faya. A sensibilidade do intelecto. Rio de Janeiro: Campus, 1998.
83-  PEDROSA, Israel. Da cor à cor inexistente. Rio de Janeiro: Leo Christiano Editorial, 2003.
84-  PHILIPPINI, Angela (org). Arteterapia – Campos de atuação. Rio de Janeiro: Wak Editora, 2012.
85-  PILASTRE, Christian. Mandalas de Al-Andaluz. São Paulo: Vergera & Riba Editora, 2011.
86-  _________________. Mandalas da India. São Paulo: Vergera &Riba Editora, 2011.
87-  PINHEIRO, Lygia. Mandalas – como utilizá-las no dia a dia. São Paulo: Giostri, 2013.
88-  PORTO, Mary. O ciclo das mandalas – Uma metamorfose em sete passos. São Paulo: Antroposófica, 2009.
89-  RAJNEESH, Bhagwan Shree. A harmonia oculta – Discursos sobre os fragmentos de Heráclito. São Paulo: Pensamento, 1976.
90-  ROMÁN, Rodolfo. Mandalas del mundo II. Barcelona: Oceano,
91-  ROUSSEAU, René-Lucien. A linguagem das cores. São Paulo: Pensamento, 1980.
92-  SKINNER, STEPHEN. Geometria sagrada – decifrando el código. Madrid: Gaia Ediciones, 2007.
93-  SIDAWAY, Ian. Mistura de cores. São Paulo: Ambientes e Costumes Editora, 2012.
94-  SILVA, Samara Elizabeth. Mandalas para colorir. São José dos Campos: Bookess, 2012.
95-  SILVEIRA, Nise. O mundo das imagens. São Paulo: Ática, 1992.
96-  SUN, Howard and Dorothy. As cores em sua vida – a cura através das cores. São Paulo: Madras, 1999.
97-  TAKEI, Michele. Mandala Magic – A tool for ingight and transformation based on MARI. North Carolina: MARI Creative Resources, 2009.
98-  TSERING, Kuansang. Mandalas do Tibet – A arte da iluminação. São Paulo: Vergara & Riba Editoras, 2012.
99-  TUCCI, Giuseppe. The theory and practice of the mandala. New York: Dover Publications, Inc., 1961.
100-             VALIENTE, Julia. Taller de Mandalas à distância. Buenos Aires, 2013.
101-             VARISCO, Leonardo. Taller de mandalas à distância. Paraná – Entre Rios, 2013.
102-             VIDAL, Montserrat. Mandalas art nouveau. São Paulo: Vergara & Riba Editoras. 2011.
103-             Whinter, Marco. Mandalas dos nove caminhos do eneagrama. São Paulo: Pensamento, 2003.
104-             ________________ et ZATYRKO, Fany. Mandala – A arte do conhecimento. São Paulo: Pensamento,1997.
105-             ZIMMER, Heinrich. Mitos e símbolos na arte e civilização da Índia. São Paulo: Editora Palas Atena, 1989.
106-             ________________ . Filosofias da Índia. São Paulo: Editora Palas Atena, 1986.

terça-feira, 21 de outubro de 2014

As cores na Mandala Pessoal



A escolha das cores na elaboração da Mandala Pessoal em princípio respeita as necessidades expressas no Mapa Numerológico das Cores feito a partir do nome da pessoa. Entretanto na minha prática como mandalista, considero ainda a cor do Raio de Luz que ilumina o dia do nascimento desta pessoa para quem estou elaborando a Mandala Pessoal, a configuração da distribuição dos quatro elementos (fogo, terra, água e ar) e das polaridades (yin – prateado e yang – dourado) expressos no Mapa Astral da pessoa. Para fazer uma boa distribuição das cores a mandalista precisa desenvolver uma forte intuição e também e principalmente uma considerável capacidade de análise dos fatores colocados acima para que possa buscar uma solução de equilíbrio para cada pessoa. É interessante, também que faça uma opção por um sistema de cores, neste caso eu trabalho com o sistema goethano e com o sistema de cores dos chakras que me parecem mais intuitivos e me satisfazem mais. Apenas para constar vou colocar a seguir uma forma muito primária para uso das cores: Vermelho: Coragem, antidepressivo, energizante, vitalidade, esquenta o sangue, libera adrenalina, fortalece, constrói células desfeitas, combate o medo e a exaustão. Laranja: Responsável pela evolução espiritual, energia física e mental, limpa e libera, rompe e destrói, raio da sabedoria, remove repressões e inibições, amplia a mente. Amarelo: Fortificante, regenerativa, crescimento, estimulante, age nos nervos, raio da mente, raciocínio, combate enfraquecimento, estresse, problemas da pele e indigestão. Rosa: Amor Universal, afeição, bondade, gentileza, entusiasmo, responsabilidade, equilíbrio, antidepressivo. Verde: Saúde, cura, equilíbrio, paz, harmonia, descongestiona, desfaz, libera, limpa, alivia dor de cabeça e insônia. Azul: Espiritualidade, Arcanjo Miguel. Índigo: Resgata equilíbrio emocional. Violeta: Responsável pela transformação, inteligência, intuição, compreensão espiritual, purificador da sangue, alivia estresse, doenças mentais. Branco: Responsável pela energia cósmica, união de todas as cores, pureza, humildade e paz. No próximo mês continuarei explorando o tema das cores.

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Mandalas e suas bases numéricas


A MANDALA nada mais é do que um campo de força, no qual as formas, a estrutura numérica e as cores possuem poderes vibracionais atuantes. “Quando fazemos contato visual com uma mandala, nossa energia se altera e essa modificação é sempre muito positiva”, explica Celina Fioravanti, a primeira teórica sobre Mandalas no Brasil, em seu livro “Mandalas – Como usar a energia dos desenhos sagrados”. Todas as mandalas possuem os seguintes elementos:  a forma circular, o ponto central e a repetição ou simetria das formas que constituem o desenho. De acordo com Celina, cada parte da mandala possui um simbolismo:
- O espaço interior, onde são desenvolvidas as formas, é sagrado, enquanto aquilo que está fora desse espaço é profano; - O ponto central representa uma existência superior, a fonte de toda a criação;
- O desenho da mandala tem quase sempre uma estrutura geométrica que divide o espaço em porções simétricas. A emanação das figuras geométricas e do número de divisões do espaço determinam a chamada “vibração da mandala” e também o simbolismo das cores e seu poder vibratório.
Base numérica: A base da mandala é definida pela divisão do espaço circular. Por exemplo, se há apenas um elemento principal dentro do espaço circular, essa mandala tem base um. Base um: simboliza o princípio; são fortes e estão diretamente ligadas ao conceito de Deus; Base dois: representa a dualidade, as polaridades opostas da energia, que se unem para gerar uma terceira força;Base três: representa realizações no plano da matéria a partir de motivações espirituais;Base quatro: está ligada ao poder e à ação objetiva;Base cinco: está relacionada com a leveza, a fluidez, a alegria e a alquimia; é base para as mandalas com base dez e 15;Base seis: é formada pela multiplicação do dois e do três, dos quais absorve um pouco os simbolismos; uma mandala com base seis quase sempre contém também o número 12;Base sete: extrai suas vibrações da soma dos conceitos simbólicos dos números três e quatro, que unem a elevação com a materialidade; dobro de sete, a base 14 está ligada à alquimia e à magia;Base oito: a sua influência é exercida no plano material com muita força; a base 16, dobro de oito, gera o número espiritual mais poderoso; e Base nove: essa base acalma, ajuda a estudar e a aprender, facilita tudo o que é muito especializado; a base 18, dobro de nove, gera mandalas com muita força sobre o inconsciente e suas manifestações. Existem mandalas com duas ou mais bases numéricas, em que os conceitos e a emanação da mandala têm duas atuações distintas. Uma mandala com duas vibrações é mais fraca que uma mandala com apenas uma emanação vibracional.

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Reflexões sobre o desenho em uma Mandala Pessoal


Prosseguindo na proposta de apresentar o caminho de construção de uma Mandala Pessoal, terminamos recentemente falando do votos da mandala. Agora é a hora de retornar ao projeto original da mandala e transpô-lo para o meio escolhido pelo pêndulo: madeira, vidro, tela ou papel. A escolha do desenho obedece dois critérios: o da civilização ou cultura escolhida para esta pessoa e o da base numérica. Neste ponto, cada mandalista parece ter seu próprio caminho. A base numérica pode ser decidida pelo pêndulo, pela numerologia do nome da pessoa (e aqui ainda cabe decidir qual número escolher, o número de poder?, o número de lição de vida?, o número da alma?) ou ainda de acordo com as necessidades da pessoa estudadas em seu Mapa Astral ou de acordo com aquilo que a própria pessoa expressou. Pessoalmente prefiro usar o número de poder ou o número de lição de vida da pessoa, ou uma combinação de ambos e decido qual opção com a ajuda do pêndulo. A simbologia a ser usada será inspirada na civilização ou cultura em que se baseia a Mandala. Este é um outro ponto que pode gerar bastante discussão, porém meu ponto de vista é de que cada Mandala precisa ter uma estrutura interna lógica coerente e não me parece coerente que uma mesma Mandala apresente símbolos característicos de diferentes culturas, por exemplo ter inspiração egípcia com caracteres hebraicos; ou uma estrutura hindu com uma santa católica. Uma vez, escolhida a base numérica e a cultura de base vem a questão dos traços: mais arredondados são mais yin e mais retos são mais yang e isso vai depender das polaridades que o Mapa Astral da pessoa expressa. Há que se considerar ainda a contagem dos elementos, e dos ritmos para cada pessoa, a partir do estudo do seu Mapa Astral. Começa aqui todo um trabalho de estabelecer as necessidades e deficiências, equilíbrios e desequilíbrios que a pessoa tem e o que é preciso para conseguir produzir um talismã cuja meditação e contemplação a leve a um estado harmonioso de bem estar pessoal. O trabalho da mandalista é então de dar forma estética (bela) e uma energia benéfica e equilibradora para a Mandala Pessoal.

 

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

A colocação dos votos na Mandala Pessoal





Na última postagem terminamos nosso artigo falando sobre o compromisso estético quando elaboramos uma Mandala Pessoal. Neste artigo vou falar mais detidamente sobre a colocação dos Votos na Mandala. Considerando que o projeto da Mandala Pessoal está pronto, passamos à sua configuração final. Não importa qual será seu meio (papel, tela, vidro, espelho ou madeira) começamos com os votos. São escritos à lápis grafite (energia neutra) ou nanquim quando em vidro. Eles expressam todos os nossos bons desejos para a vida da pessoa. Em geral, para uma Mandala Pessoal escrevo o Salmo do Anjo da Guarda da pessoa e palavras de gratidão, harmonia e desejos para ela. Ou quando se trata de uma Mandala personalizada, dirigida para um determinado ambiente, escrevo neste espaço as intenções com que são feitas a Mandala. Algumas vezes são colocados símbolos de acordo com as necessidades da pessoa, da intenção ou do ambiente. A escolha tanto das palavras quanto dos símbolos é feita por intuição com ajuda e confirmação do pêndulo radiônico. Uma vez feitos os votos passamos tinta branca ou terra de siena natural por cima ( de acordo com a técnica que será usada a seguir) e aí assim começa o desenho da mandala. É uma parte que ficará escondida para os olhos de quem ver a Mandala, mas para mim, deve ser tão linda, harmônica e bem elaborada quanto a própria Mandala e feita com o mais absoluto respeito e devoção.

quarta-feira, 13 de agosto de 2014


O projeto e o início da Mandala Pessoal
Feita a pesquisa dos dados da pessoa e decidido a civilização em que a Mandala Pessoal irá se inspirar vem o momento de desenhar a Mandala na forma de um projeto. Neste momento, eu trabalho, sobre papel milimetrado ou sobre papel vegetal. Para decidir a Base numérica da Mandala recorro à Numerologia do Nome da pessoa e vejo, seu número de Poder e seu número de Lição de vida. Em caso de dúvida aqui e em qualquer outro momento a partir deste sempre recorro à ajuda do meu pêndulo, e fico muito atenta pois é um momento muito rico em intuição. Estudo desenhos da civilização escolhida e faço uma imersão na simbologia desta civilização. Devo dizer que este processo acontece de uma forma quase mágica, é quase como se eu estivesse psicografando o desenho da Mandala. Trabalho sempre com incensos acesos, cristais por perto e entoando mantras. Distribuo neste projeto, as cores, que são escolhidas a partir do Mapa Numerológico das Cores do Nome da Pessoa, assim como onde deverão ser colocadas as pedras (escolhidas através do uso do pêndulo)e os demais símbolos indicados. A escolha das formas, cores e simbologia representam em seu conjunto a interpretação das necessidades e carências de cada um e buscam um equilíbrio estético. Como mandalista tenho também o compromisso de produzir um talismã que seja bonito, agradável de se ver – chamo isto de compromisso estético. Ele nasce do uso equilibrado e harmonioso das formas, cores e símbolos.

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

O QUE É UMA MANDALA PESSOAL II





Na última publicação  comecei   com a frase:Muito se fala sobre as Mandalas Pessoais e existem quase tantas formas e elaborá-las quanto mandalistas” e terminei dizendo que voltaria ao assunto. Vamos lá. Como já disse em algum momento o mundo parece estar desperto para as Mandalas e ao redor do mundo encontramos a identificação “Mandala Pessoal”. É um fenômeno tão intrigante quando comum que nos obriga a teorizar um pouco mais cuidadosamente. Há mandalistas que se baseiam no Mapa Numerológico do nome da Pessoa e tiram daí uma base numérica e elaboram uma Mandalas Pessoal. Outras fazem uma análise das cores que a pessoa precisa com base na cromoterapia e elaboram uma Mandala Pessoal. Há ainda aquelas que se utilizam do Mapa Astral da pessoa e co base nesta análise elaboram também uma Mandala Pessoal. Aqui em Ribeirão Preto, as alunas e ex-alunas do Grupo Alen de Mandalas, coordenado pela artista plástica Adriana Leonel Strambi, elaboram as Mandalas pessoais de acordo com o método desenvolvido pela artista, após muitos anos de pesquisa, que consideram os Mapas Astral, Numerológico, a Numerologia das cores no nome, o Anjo da Guarda e uso de pêndulo radiônico. A análise de todos estes dados dará origem à Mandala pessoal de alguém. O importante é considerarmos que pelo menos até o momento não podemos falar em métodos certos e errados. Parece-me que há formas mais e menos complexas. E cabe à pessoa que vai encomendar uma Mandala pessoal decidir tendo em mente estas diferenças, e optar pelo método que a atrai mais. Além disso, penso que é muito importante ter uma empatia com a mandalista que vai realizar este trabalho por se tratar essencialmente de uma importante troca de energias.